terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Papo de metrô


Quem não sabe o que é, metrô é aquele trem por debaixo da terra. Daqueles que se usa para ir para a faculdade todo dia de manhã. Enquanto se espera o metrô, espera-se ela, pequena de tamanho, mas grande de coração, para conversar, confabular e até teorizar sobre coisas sem nexo. Do tipo que a estrutura de tudo é esquelética e feia e que nada seria apaixonante por natureza, mas pela convivência. Na verdade os papos eram mais do tipo que se tinha com uma xícara de café na mão e não em um vagão de metrô. Mas não era sempre que os papos confabulantes fluíam. Afinal, dia ou outro algum de nós estava de sono atrasado e a paciência para conversar sobre as festas a fantasia ou o jogo de ontem não vinha nem à força. Só que o tempo passou, e a coisa pequena de tamanho e grande de coração não vem mais, e a solidão de teorizar me fizeram desabafar tudo nesse texto, nessa saudade que sentirei, na falta que você fará.

3 comentários:

  1. que lindooooooooooooo!!!!! adorei Bruno!!! tudo bem que muitas vezes a paciência faltou afinal antes das 7 da manha filosofar eh foda!! uhauhauhauha
    mas nossas conversas no vagão e no trajeto farão falta,com certeza
    mas não será por isso que deixaremos de tê-las, certo??
    beijaooo e obrigada!!! adorei e guardarei com muito carinho!

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. É tipo assim...nos apaixonamos pela rotina...enquanto que a grande maioria das pessoas...se queixa dela...Na rádio relógio...diariamente...se falava...nos meus tempos de criança...o seguinte: Cada minuto que passa...é um milagre que não se repete!!! O mais importante Bruninho...é a memória e o coração...Beijo...

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